A re.green é a vencedora da concorrência pública para a concessão da Unidade de Manejo 2 da Floresta Nacional do Bom Futuro, na região amazônica de Porto Velho, Rondônia. O anúncio oficial aconteceu na terça-feira, 25 de março, na B3, em São Paulo (SP), como parte do processo conduzido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo Serviço Florestal Brasileiro.
A re.green apresentou a proposta vencedora para preservar e recuperar áreas degradadas na região definida como Unidade de Manejo 2, de 59 mil hectares. Pelo período de 40 anos, a empresa será responsável pela implementação de ações de restauração ecológica com o plantio de espécies nativas da Amazônia, promovendo o retorno da biodiversidade na região e recuperação de recursos hídricos essenciais para as populações próximas. A re.green também irá estabelecer medidas que favoreçam a preservação da floresta contra a degradação e o desmatamento. Em contrapartida, poderá comercializar créditos de carbono.
A participação e o resultado no processo fortalecem a estratégia da empresa de ampliar a atuação em projetos de restauração ecológica em áreas prioritárias do país, combinando impacto ambiental positivo com desenvolvimento econômico sustentável a partir de soluções baseadas na natureza.
A validação em um processo de concessão tão complexo atesta a competência técnica e metodológica da re.green. Este é um marco para a agenda de restauração ambiental no país e um passo estratégico importante para a re.green, que inaugura o setor de concessões de restauração em nível federal. Mais uma vez, vamos unir ciência aplicada e viabilidade econômica para recuperar nossos ecossistemas. Estamos preparados para executar esse projeto com o rigor científico que nos coloca como referência no setor e, a partir disso, liderar também essa agenda pública, sempre com transparência e compromisso com resultados de longo prazo.
– Thiago Picolo, CEO da re.green.
Com o resultado da concorrência, a re.green inicia a fase de constituição da Sociedade de Propósito Específico para a assinatura do contrato. As atividades de campo devem começar após a aprovação dos planos de restauração e de proteção pela União, que permanece como proprietária e autoridade fiscalizadora da Flona Bom Futuro.