Como se (re)faz uma floresta
De pastos degradados a florestas nativas complexas.
Plantar árvores é apenas uma parte do processo de restaurar uma floresta. Todo o trabalho antes e depois é tão importante quanto: é preciso entender o que aquele território era, o que destruiu sua capacidade de se regenerar, e o que cada hectare precisa para voltar a ser floresta.
O plantio de mudas até pode ser parte do processo, mas é um meio, não uma resposta final. O que a re.green conduz é a recuperação dos processos ecológicos que fazem uma floresta existir de verdade: ciclo hídrico, saúde do solo, interação entre espécies, conectividade da paisagem, integração com a comunidade do entorno. Isso inclui também conservar a floresta que ainda está em pé – parte inseparável de restaurar.
O objetivo: permanência.
A permanência é o centro da qualidade ecológica da restauração.
Uma floresta verdadeiramente restaurada – com processos ecológicos funcionais, biodiversidade estabelecida e comunidades locais ligadas e integradas a ela – tende a ser permanente por sua própria natureza. Uma mera plantação de árvores, sem ecossistema funcional nem conexão com o território, é vulnerável.
Esse é o processo, e cada etapa importa.
Gameleira
Belo Horizonte
Entre Rios
Quer entender como esse processo se aplica na prática?
A re.green atua na Amazônia e na Mata Atlântica, dois dos biomas mais biodiversos e ameaçados do planeta.
Saiba mais